terça-feira, 31 de maio de 2011

Eddie em versão Obama

Vou ser direto: eu gosto muito de posters de propaganda. Especialmente aqueles dos anos 1940, relacionados à propaganda de guerra. Nesse caso, a revista Classic Rock mandou bem demais e fez um Eddie, mascote do Iron Maiden, em versão "poster do Obama".

Para quem não acompanhou a campanha do atual presidente dos EUA, aqui vai um link para mais posters (é, eu fui preguiçoso e coloquei um link pra resultados do Google Images). Outra coisa que era legal nos anos 1940 eram os pin ups! E por onde anda a Dita Von Teese?

Post escrito ao som de Riverside - Room V. Discaço!

domingo, 22 de maio de 2011

Super Cordel Bros!

Para usar um termo dos metaleiros xaropes, essa é a versão "true" (hahahahahah!).


Aqui vai uma versão colorida, mas com o céu ainda sem pintura, caso você queria algo mais limpo.


E essa coloridona: she comes in colors everywhere! And anywhere! She's like a raaaaaainbow!


domingo, 15 de maio de 2011

Keep playing!

Estava eu andando pelos corredores da universidade, me dirigindo à sala de aula e passa uma garota com uma camiseta do Johnnie Walker. Como bom apreciador dos videogames - e não do uísque - imediatamente tive a ideia de fazer uma brincadeira com o logotipo.

Mais uma da série "imagens boas para serem colocadas em camisetas".

PS: Os desenhos originais, o ato de scannear e a composição no photoshop e illustrator foram feitos ouvindo o ultra-clássico Signals, discaço do Rush de 1982. Uma das minhas sequências de versos favoritas da ampla discografia do power trio canadense está em Analog Kid: Too many hands on my time / Too many feelings / Too many things on my mind / When I leave I don't know what I'm hoping to find / When I leave I don't know what I'm leaving behind. Depois entra um solo de guitarra com uma linha de baixo matadora. Ah, querido Rush...

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Fire it up!!!

Clicar na imagem é o mesmo que pegar um cogumelo vermelho! Adivinha o que vai acontecer?

Mais uma imagem que dava uma boa camiseta, não?

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Problemas de tradução


Estava eu lendo uns causos sobre o Steven Tyler, vocalista do Aerosmith. Achei a notícia na Whiplash e resolvi clicar no link da matéria original para ler o restante.

O problema foi que o site mandou mal demaaaaaaais na tradução. Vou colocar via imagem pois, afinal de contas, qualquer texto pode ser rapidamente alterado.

Diz o texto: Tyler e Joe Perry compartilharam algumas experiências muito íntimas. “eu me lembro de uma noite na estrada quando Joe e eu estávamos dividindo uma cama com duas garotas e acordamos pela manhã com um prato especial de frutos do mar. Caranguejos pra todo mundo!”

Ora, então os senhores Tyler e Perry, após uma noitada, fizeram seu desjejum com frutos do mar! Maravilhoso! Exótico! Excêntrico! Coisa de rockstar, certo?

Que tal perceber o sarcasmo contido no texto e estudar um pouquinho de inglês para perceber que "crabs" (os tais caranguejos), na verdade, referem-se ao piolho-do-púbis, ao phthiriasis pubis, ao pediculosis pubis, ao que popularmente é conhecido como chato.

Vejam, não é uma DST. É uma infestação de parasitas. Nesse caso, o inseto (do filo dos artrópodes) pode ser transmitido pelo contato próximo (pelos pubianos), mas também por toalhas, lençois, roupas, camas e outros objetos com os quais temos contato íntimo que estejam contaminados.

Tradução literal um ponto! Senso comum advindo de um pouquinho de conhecimento de inglês e biologia para não traduzir com pressa, zero.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Batalha dos vegetais


Adivinha o que acontece quando a gente clica na imagem? :D

Está aí uma das cenas que eu gostaria de ver. Se a Poison Ivy é capaz de controlar os vegetais, seria possível "enfeitiçar" o Bulbassauro? Mas se o Bulbassauro é animal (tá, é um pokemon, mas vá lá), ele seria imune ao feitiço. Os ataques com vinhas da Ivy e do próprio Bulbassauro se anulariam. E então, qual é o fim disso? Ele falando "Bulbaaaaa" e deixando-a em paz para planejar ações anti-Batman?

Uma outra boa seria Mr. Freeze contra Charmander!!

Okei, hora de desligar o DS e ir pra clínica de tratamento. Quem sabe abandonar o Pokemon e o Lego Batman, que foram meus jogos da semana...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Sony e PSN - Dados de usuários foram comprometidos


Fonte da imagem: PSX-SCENE.

Depois que todo mundo ficou sabendo que a PSN estava fora do ar por causa de ataques de hackers, a preocupação agora é ainda mais séria. O motivo é bem simples, a própria Sony admitiu que dados dos usuários estão em risco e que, certamente, os seguintes dados foram expostos: nome, endereço completo, país, endereço de e-mail, data de nascimento, nome de usuário e senha da PSN e Qriocity. Outros dados estão na categoria de "possivelmente expostos". É o caso do histórico de compras, endereço de cobrança do cartão de crédito e as respostas das perguntas de segurança para redefinir senhas.

Embora não haja evidência concreta de que os números e senhas dos cartões de crédito dos usuários tenham sido roubados (dá pra acreditar?!?), acho que a melhor opção é sair trocando as senhas de todos os serviços online que se usa. Especialmente por que tem gente que usa a mesma senha (ou senhas parecidas, ou óbvias, tipo data de nascimento) para tudo.

Tem uma entrevista muito boa na Joystiq com um pessoal falando o que significam esses vacilos da Sony para os consumidores, quais as implicações legais, o que fazer e etc.

Em notícias relacionadas, a Sony está sendo processada (de novo!) por alguns usuários que estão alarmados com a situação. Segundo analistas da Forbes, o valor médio de indenizações pagas por quebra de sigilo de dados é de 318 dólares. Ok, considerando a quantidade de usuários da PSN, a Sony ficaria com um rombo de mais de 24 BILHÕES de dólares!!

Será que essa é uma boa hora pra lembrar que mesmo quando a gente não se conecta formalmente à PSN, ainda assim o PS3 envia os dados de que está ligado, dos jogos que estamos jogando, ou do que estamos assistindo? Hmmm...

domingo, 24 de abril de 2011

Sony - Double FAIL especial de feriadão


Segundo informações da PSX-Scene, perderam uma batalha judicial na Finlândia por causa da remoção do OtherOS (capacidade de ter um PS3 que faça dual-boot, ou seja, o sistema da Sony E um sistema Linux na mesma máquina). Em linhas gerais, a argumentação do sujeito que venceu (após prestar queixa no Consumer Complaints Board - uma espécie de PROCON) é a seguinte: comprei um jogo novo para o meu PS3, cheguei em casa para jogar, fiz a atualização de firmware OBRIGATÓRIA (pois do contrário é impossível jogar os games mais novos) e perdi a função OtherOS. A remoção foi entendida pelo CCB como danosa ao consumidor, pois destruiu funcionalidades que estavam presentes no console à época de sua aquisição.

O valor da multa é bem tranquilo: 100 euros, dividos entre o fabricante do console e a loja que o vendeu. Cá entre nós, creio que o ônus deveria ser exclusivo do fabricante. Em todo caso, imaginem só se todos os donos de PS3 da Finlândia (já que agora existe uma decisão a esse respeito) entrassem com processos semelhantes contra a Sony!!!

O outro vacilo é a PSN fora do ar no feriadão. Qual é!! E a gente vai jogar online como?!? E os jogos que eu comprei e precisam (que estupidez) de ativação do sistema de data e hora para que possam funcionar?!? Mas a rede não ficou fora do ar sem motivo. Depois de enrolar o público durante uns dias, a Sony finalmente admitiu que foi alvo de hackers. Claro que eles não vão dizer isso com todas as letras, mas "intrusão externa no sistema" só dá margem a esse tipo de interpretação. Em tempo: o pessoal do Anonymous falou que não teve nada a ver com essa história.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Portal Kombat!!! E pensamentos sobre o MK 2011...

A grande dúvida dessa semana é referente a dois mega-lançamentos: Portal 2 e o novo Mortal Kombat. Supondo que só se pudesse comprar um deles, o que deveria ser feito? É isso que o vídeo, de maneira hilariante, responde.

Cá entre nós, a série Mortal Kombat bem que precisava de um revival descente. Desde... uhn... 1997 não temos um MK que preste. Sério, o último deve ter sido o MK Trilogy para PSOne. Tudo bem que o MK4 foi razoável mas, desde então, rolaram umas porcarias (Shaolin Monks e Special Forces) e uns meia-boca (Deception, Armageddon). O que rolou nessa nova versão foi o seguinte: pegaram todos os personagens clássicos (e uns mais recentes, como o Quan Chi), deram um banho de loja (gráficos 3d para personagens e cenários) e mantiveram a boa e velha jogabilidade 2d. A câmera faz uns movimentos legais quando é necessário para dar uma dramatizada, mas fora isso o jeito de jogar é mesmo o tradicional.


Sub-Zero X Scorpion na floresta do MK2, é de encher os olhos, não?

O negócio é que a direção de arte ainda está presa ao início dos anos 1990. Tudo bem que o design meio Power Rangers dos ninjas/robôs/guerreiras multicoloridos(as) acabou se tornando clássico, mas alguns personagens (especialmente o Smoke, putz...) ficaram meio genéricos. O Scorpion ficou muito, mas muito legal mesmo. O Sub Zero ficou bom, mas não excepcional. Alguns personagens foram remodelados e ficaram bem interessantes (é o caso do Kabal), outros foram mantidos bem próximos aos originais (Sheeva e Sindel).


Smoke, no Mortal Kombat versão 2011. Ou seria um personagem perdido de Naruto?

E voltando ao papo de revival, lá do começo do post, que venham Duke Nukem Forever (que já tinha virado vaporware e de fato será lançado antes do meio do ano!), Sonic Generations (tá, o Sonic 4 foi legal e melhor que o Unleashed e o Black Knight, mas faltou algo), Twisted Metal, Deus Ex, Alice, Beyond Good and Evil e Max Payne. Os games sofrem do mesmo mal que os estúdios de cinema: medo de arriscar em propriedades intelectuais novas gera excesso de continuações e remakes. Isso é especialmente verdadeiro no mercado de DVDs e blu-rays. As edições "de colecionador" e "especiais" se multiplicam diariamente, tanto nos filmes quanto nos games. Mas tudo bem, faz parte da evolução da mídia como um todo, talvez seja até uma última cartada para segurar a distribuiçção digital.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Redefinindo a tabela periódica

Aqui vai o Hélio, ops, Hendrix!




Dizem por aí que o Cálcio é o número 20. Minha opinião é um pouquinho diferente...

Para os que estão olhando a imagem e perguntando quem é esse sujeito. Bem, ele é o Dino Cazares, nascido na Califórnia, mas de família mexicana, guitarrista do Fear Factory, que também tocou no Brujeria, Asesino e Nailbomb. Ele costumava usar guitarras Ibanez de sete cordas, afinadas um tom abaixo. Ou seja, ao invés de B, E, A, D, G, B, E, as cordas ficam com o padrão A, D, G, C, F, A, D. Legal mesmo eram os acompanhamentos de guitarra casados com os bumbos duplos, como se fosse uma linha de baixo.

Aqui vai uma singela prova da genialidade do Fear Factory durante os anos 90. Agradecimentos especiais ao grande amigo Ricardo Pastore por ter me mostrado o som dos caras quando a gente era moleque.